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quinta-feira, 29 de novembro de 2012
O PRINCÍPIO 90/ 10 - Stephen Covey
Fonte: http://joefatherbr.blogspot.com.br
domingo, 26 de agosto de 2012
Quando Você Se Ajuda
segunda-feira, 21 de maio de 2012
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Para Quem Deseja Renascer

Todo desejo de mudança para ser bem sucedido depende muito mais da pessoa em si, do que das condições externas ou dos outros. Quem deseja transformar-se, vencer seus desconfortos emocionais, físicos e, até mesmo, espirituais, deve ter clareza de que aquilo que está buscando contribuirá verdadeiramente para sua realização efetiva em todos os setores de sua vida. E o caminho para conseguir esse feito é o da busca inteligente e conscientemente dirigida inicialmente para conhecer a si mesmo, para conhecer o seu “universo interior” que é aonde residem seus principais desafios. O “ambiente exterior” reflete o tempo todo aquilo que está contido dentro de cada pessoa.
Quem almeja níveis elevados de consciência e conhecimentos substanciosos para modificar a existência, deve saber que é impossível mudar se continuar sendo como sempre foi. Se permanecer acomodado naquilo que já é conhecido, repetindo hábitos e vícios de toda espécie, dificilmente chegará a um bom resultado no que se refere a um viver equilibrado e saudável. A chamada Lei da Evolução, inexorável em seus princípios fundamentais, nos diz de maneira bastante simples que: “é preciso deixar de ser o que se é para ser aquilo que se aspira ser”. Por isso toda a pessoa que deseje mudar algo em seu existir, necessita criar o entusiasmo apropriado para motivá-lo a persistir nessa tarefa. Pois mesmo que o processo de mudança, às vezes, pareça lento e desconfortável, e requeira maior dose de dedicação, é preciso manter-se confiante e perseverar em seu prodigioso bom combate. Afinal, parafraseando o poeta: “tudo vale a pena, se o propósito não é pequeno”.
Enfim, a melhor opção que todo indivíduo consciente pode fazer para si, é a de procurar ser sempre melhor do que tem sido. E isso é conquistado gradativamente, pois, a pressa e a ansiedade são más companheiras nessa viagem. E para manter-se estável nesse propósito deve estar vigilante a tudo que lhe ocupa a mente e às suas ações e posturas, pois, cada descuido poderá levá-lo de volta àquilo que, por ser ruim, necessita ser abolido da sua existência.
No que se refere ao lado espiritual da mudança, Cristo em sua sabedoria divina disse: “Aquele que não nascer de novo, não alcançará o reino de Deus”, e isso, se aplicado também à vida aqui e agora, significa a necessidade de renovação constante, de redefinição de posturas e valores, já que sem essas essenciais mudanças torna-se impossível usufruir plenamente da vida. Viver é bem mais do que repetir padrões, modelos e preconceitos, que aprisionam o desenvolvimento e anulam a potência pura que todos têm de, a qualquer tempo, renascer, evoluir e ser feliz.
Boa Reflexão e viva consciente.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Crie Seu Clima

Alguém me disse que o tempo chuvoso provoca depressão. Seria muito simples se assim fosse, viver de acordo com o clima. Já imaginou? Se fizer sol estou legal, se fizer frio baixa o astral. E se no mesmo dia, coisa que tem acontecido muito, chover, fizer sol ou baixar a temperatura? Já pensou que loucura?
É claro que não devemos ignorar que muito daquilo que acontece fora de nós pode sim afetar-nos física ou emocionalmente, mas, quando isso nos acontece é sinal de que algo não está bem em nosso interior. Em momentos nebulosos ou tempestuosos o que precisamos é deixar vibrar o nosso sol interior e abrir as janelas da nossa mente, para que o seu brilho nos dê clareza de pensamento e lucidez.
Então, como disse o poeta Gonzaguinha, “vamos lá fazer o que será”. Crie o seu clima, levante o astral abra-se a energias rejuvenescedoras, ilumine sua vida, confie mais em você, ame-se, seja produtivo e feliz.
Boa Reflexão e viva consciente.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
O Que Nos Guia?
Você já refletiu por que durante algum tempo e, às vezes, por todo tempo, agimos sem pensar? Por que inconscientemente seguimos pela vida maltratando a nós mesmos, aos outros e ao ambiente que nos cerca, sem que tenhamos a mínima noção do que nos leva a agir assim tão destemperadamente? Fazemos isso por não termos a consciência de nós mesmos. Por não termos a mínima noção do real significado da nossa presença no universo. Quando muito, alguns atingem uma consciência individual, mas, eis que lhe faltam conhecimentos e esforços mais amplos a fim de compreenderem que em sua rota evolutiva há muito mais a fazer para atingir uma consciência universal humanitária.
Então, eis uma instigante interrogação: “O que nos guia?” O que nos leva a ser como somos, ou a pensar como pensamos? Todos nós, conscientemente ou não, nos guiamos por um conjunto de crenças, hábitos e pré-disposições psíquicas que, de algum modo, ou nos foram legadas ou a elas demos causa, e cujos depositários são o nosso subconsciente ou, muito profundamente, a nossa matriz espiritual. É esse conjunto de crenças amealhado nessa existência desde a nossa infância e, quiçá, em existências pretéritas, que nos guia o modo de pensar e agir.
Sendo assim, cabe a nós compreendermos que os inumeráveis conceitos ou pré-conceitos que mantemos em nossa mente tanto podem nos remeter ao sucesso, prosperidade, alegria, satisfação e paz de espírito, traduzindo-se num viver agradável e sereno. Assim como, numa polaridade negativa, podem nos causar fracassos, tristeza, sofrimento ou desconfortos de todos os gêneros, frustrando a nossa evolução e nos desviando da insofismável verdade espiritual que tem o dom de libertar-nos de toda a ilusão que hoje nos assola e domina.
Tornar-se “observador de si mesmo”, vigiar seus pensamentos e tudo que lhe vai à mente, fazer um inventário racional de suas deficiências e hábitos, é algo fundamentalmente recomendável para quem deseja colocar-se num patamar superior da sua própria evolução e ser o guia consciente de si mesmo. Não é debalde que um dos maravilhosos recursos que nos foi legado pela Inteligência Divina da qual somos originários, vem a ser justamente o livre-arbítrio, o poder de escolha. Se ainda não estamos preparados para melhor utilizá-lo, é por que temos nos perdido por atalhos sedutores que têm nos desviado do melhor caminho, o caminho da consciência, ao invés das vielas da materialidade superficial que apenas nos remete ao suprimento das necessidades instintivas ou físicas.
O que nos guia? Devemos sabê-lo para melhor aquilatar aonde desejamos chegar. Se o que almejamos é pousar no cume calmo de um estado de espírito sereno, pacífico e de plena leveza, com toda certeza devemos ajustar o nosso plano de vôo. Tornarmos-nos guia e piloto da nave da nossa vida. A Lei soberana é a Lei do Amor!
Boa Reflexão e viva consciente.


