terça-feira, 3 de agosto de 2010

A Influência da Autoestima I




A autoestima é uma necessidade humana fundamental e, independente do conhecimento que tenhamos dela ou do nosso consentimento, ela está sempre presente em nossa existência. Definida de maneira sucinta e clara, a autoestima é o conceito intimo de valor que possuímos a respeito de nós mesmos e que expressamos a todo tempo e lugar. Destarte, quer estejamos consciente ou não da qualidade de nossa autoestima, ela afeta sobremaneira o nosso modo de viver; motivando nosso sucesso quando positiva, e fomentando nossos fracassos e sofrimentos quando negativa. Portanto, a essencialidade da autoestima está intimamente ligada ao nosso grau de autosatisfação, isto é, se aspiramos uma existência onde paulatinamente possamos atingir um grau elevado de satisfação ou realização pessoal, não podemos prescindir de conscientemente investir em seu aprimoramento. Lembrando ainda, que a autoestima possui uma via de mão dupla, ou seja, se por um lado ela influencia nossas atitudes, do outro, ela se nutre destas mesmas atitudes; o que equivale dizer que, reciprocamente, quando melhoramos o patamar da nossa autoestima damos qualidade às nossas posturas e vice-versa.
Nathaniel Branden, psicólogo americano, autor de estudos e livros sobre o assunto, diz o seguinte a respeito da influência da auto-estima: “A autoestima, quando plenamente realizada, é a vivência de que somos adequados para a vida e suas exigências. Especificamente, auto-estima é: confiança em nossa capacidade de pensar; confiança em nosso direito de vencer e sermos felizes; a sensação de que temos valor, e que merecemos e podemos afirmar as nossas necessidades e aquilo que queremos alcançar nossas metas e colher os frutos dos nossos esforços”. Em sendo assim, quando não realizamos nossa autoestima, ou seja, quando não a valorizamos e deixamos que ela permaneça em desequilíbrio, menos desejamos e menos conseguimos, pois, a falta de clareza daquilo que realmente é bom e satisfatório para nossa vida será sempre um obstáculo ao nosso crescimento.
Portanto, com a autoestima baixa a probabilidade de que desistamos dos nossos objetivos é praticamente certa, pois, nos faltará a confiança necessária para desprendermos todo o esforço que poderíamos dar em prol daquilo que almejamos; os desafios tornam-se assustadores quando nossa auto-estima está em desequilíbrio. Porém, se ela for positiva maior será nosso grau de coragem e persistência diante das dificuldades, maior será também nossa autoconfiança para dar o nosso melhor para realizarmos os nossos propósitos na vida.
Boa Reflexão e viva consciente.

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