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sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Autoestima - Vídeo

Reflexão sobre autoestima...
Assista, comente, pergunte ao terapeuta.



https://www.youtube.com/watch?v=Sdknl1Cg3ewAutoestima - vídeo

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Ser Alegre


 

 

Muitas vezes nos enganamos declarando-nos alegres, principalmente quando confundimos alegria com momentos de frivolidades ou de diversão que apenas nos causam sensações artificiais, sorrisos exagerados, satisfações puramente ilusórias que não resistem mais que um breve espaço de tempo. Falo sobre esse engano porque é comum encontrar indivíduos que por um diminuto momento se apresentam eufóricos, e logo a seguir, muito rapidamente, cheios de amargura passam a lamentar as dificuldades que enfrentam na vida.

A alegria quando é real provém, também, da capacidade de ser autônomo e responsável por si próprio, de tomar a vida em suas mãos e superar limites e impedimentos para se autorrealizar por inteiro. Lembrando que essa autonomia vai mais além, requer nobreza de caráter e o cultivo de hábitos edificantes.
 
              Não se trata apenas de ser livre para fazer o que bem quiser ou o que lhe vier à cabeça, e sim de suprimir a necessidade de se impor, comandar ou controlar os outros; de cortar as amarras da aprovação alheia para decidir e agir em positivamente em sua própria vida. Trata-se também de restaurar sua identidade com o seu “eu” mais profundo, onde reside sua semelhança mais genuína com o que há de sagrado em sua essência. Enfim, ser autorresponsável é um estado de consciência em que você ausculta o que há de melhor em seu ser, seus valores mais profundos e bons, visando, também, conviver com os outros em harmonia.
 
             A alegria é a estampa da sua felicidade interior. Quanto mais límpidos, cristalinos e positivos forem seus pensamentos, quanto mais autênticos forem seus sentimentos e emoções, mais duradouros serão seus momentos de contentamento. A alegria é um estado de espírito, um sentimento dadivoso e profundo, gerador de  leveza e paz.
Boa Reflexão e viva consciente.

terça-feira, 1 de março de 2011

E Por Falar em Carnaval...



Embora o carnaval seja o momento propício para que as pessoas vistam suas fantasias ou máscaras, é possível observar que, contrariando essa expectativa, algumas delas na verdade despem-nas e se apresentam como verdadeiramente são. Sob a falsa máscara da alegria ou da descontração, euforicamente muitas liberam, por assim dizer, seus instintos e seus bichos. Chegando algumas, em face dos exageros de conduta, ao despautério de atentarem contra as suas próprias vidas ou a de outrem. Quem desconhece os inúmeros casos que ilustram essa narrativa?

O carnaval é festa do ego. Poucos são os que se investem de autêntica alegria para brincá-lo. Mesmo que de modo inconsciente, os instintos e impulsos acabam por substituir a descontração que deveria naturalmente ser vivenciada e sentida. Porém, somente pessoas com baixa autoestima cometem exageros e agem de forma autodestrutiva, levando para onde for suas raivas, insatisfações e desamor por si e pelos outros.

Pessoas de boa autoestima com certeza sabem “curtir” a festa com saudável animação. Respeitam a si próprias e aos outros e aproveitam o “embalo” para liberar a sua “criança” de maneira saudável. Aliás, essa é a receita para quem deseja aproveitar bem o carnaval: permitir-se ser alegre e brincar pelo prazer de brincar.

Boa Reflexão e viva consciente.

sábado, 7 de agosto de 2010

A Influência da Autoestima II




“Confiar nas próprias idéias e
saber-se merecedor da felicidade
é a essência da auto-estima”
Nathaniel Branden


Certa vez tive um cliente dependente químico que, durante algum tempo, ao fim de cada sessão, me dizia: “... o que é que eu tenho que mentalizar para mudar minha autoestima?”. E eu sempre lhe respondia: “Não basta apenas mudar o pensamento, é preciso também realizar mudanças, mesmo que pequenas, em suas atitudes diárias visando manter o seu bem-estar”. Quando passou a agir assim, abandonando gradativamente os pensamentos e as posturas que não lhe eram saudáveis, ele resgatou, juntamente com a sobriedade, o seu equilíbrio existencial.
Às vezes, autoestima é compreendida pelas pessoas sob diversas formas, algumas a vêem como um dom ou valor que uns poucos possuem, outras acreditam poder obtê-la através de mudanças superficiais, ou que ela possa ser conquistada apenas através da mentalização de sentenças positivas, etc. É até possível que esta última prática ajude, mas, efetivamente a autoestima se realiza, num primeiro momento, pela transformação interior onde a elaboração mental consciente é fundamental, e, depois, pela prática de ações afirmativas que demonstrem, por exemplo, consciência, autoconfiança e, sobretudo, amor e respeito pela própria vida.
A autoconfiança é um importante elemento da autoestima, não possuí-la significa viver sob a influência do derrotismo, do fracasso antecipado. Daí que para se instituir autoconfiante, antes é necessário confiar realisticamente em seus próprios valores e idéias, além de estar convicto de sua competência pessoal, pois, só assim haverá motivação suficiente obter conquistas e mantê-las. Demonstrar confiança em si próprio é fundamental para que as pessoas também confiem em você. Da mesma forma, é necessário respeitar-se a si mesmo, para que os outros também o respeitem. Os que estão à sua volta, na maioria das vezes, tratam-no da maneira como você se trata.
Em síntese, não há como negar que qualidade da autoestima tem profunda influência em todos os setores da existência humana, seja na família, no trabalho, no trato com as pessoas em sociedade, nas relações íntimas e pessoais, enfim, em todo tempo e lugar. Observe: quando sua autoestima está baixa você tende a ser pouco exigente com o que dá para si mesmo e com o que recebe dos outros; contenta-se com pouco e não se sente merecedor de algo mais. Por outro lado, quando sua autoestima está em equilíbrio você se sente estimulado a buscar novos desafios, a ser mais exigente, a estabelecer objetivos mais elevados e de maior relevância, a valorizar e cuidar melhor de você.
Enfim, a autoestima, além de ser determinante para o equilíbrio psíquico-emocional e físico, está intimamente ligada ao grau de satisfação das mais diversas necessidades humanas. Então, se o seu propósito é obter da vida o maior grau de autosatisfação, renove e qualifique o conceito que tem de si próprio, deixe fluir suas qualidades e realize ações produtivas e edificantes que reforcem sua autoestima todos os dias. Isto não é receita pronta, mas é um bom princípio.
Boa Reflexão e viva consciente

terça-feira, 3 de agosto de 2010

A Influência da Autoestima I




A autoestima é uma necessidade humana fundamental e, independente do conhecimento que tenhamos dela ou do nosso consentimento, ela está sempre presente em nossa existência. Definida de maneira sucinta e clara, a autoestima é o conceito intimo de valor que possuímos a respeito de nós mesmos e que expressamos a todo tempo e lugar. Destarte, quer estejamos consciente ou não da qualidade de nossa autoestima, ela afeta sobremaneira o nosso modo de viver; motivando nosso sucesso quando positiva, e fomentando nossos fracassos e sofrimentos quando negativa. Portanto, a essencialidade da autoestima está intimamente ligada ao nosso grau de autosatisfação, isto é, se aspiramos uma existência onde paulatinamente possamos atingir um grau elevado de satisfação ou realização pessoal, não podemos prescindir de conscientemente investir em seu aprimoramento. Lembrando ainda, que a autoestima possui uma via de mão dupla, ou seja, se por um lado ela influencia nossas atitudes, do outro, ela se nutre destas mesmas atitudes; o que equivale dizer que, reciprocamente, quando melhoramos o patamar da nossa autoestima damos qualidade às nossas posturas e vice-versa.
Nathaniel Branden, psicólogo americano, autor de estudos e livros sobre o assunto, diz o seguinte a respeito da influência da auto-estima: “A autoestima, quando plenamente realizada, é a vivência de que somos adequados para a vida e suas exigências. Especificamente, auto-estima é: confiança em nossa capacidade de pensar; confiança em nosso direito de vencer e sermos felizes; a sensação de que temos valor, e que merecemos e podemos afirmar as nossas necessidades e aquilo que queremos alcançar nossas metas e colher os frutos dos nossos esforços”. Em sendo assim, quando não realizamos nossa autoestima, ou seja, quando não a valorizamos e deixamos que ela permaneça em desequilíbrio, menos desejamos e menos conseguimos, pois, a falta de clareza daquilo que realmente é bom e satisfatório para nossa vida será sempre um obstáculo ao nosso crescimento.
Portanto, com a autoestima baixa a probabilidade de que desistamos dos nossos objetivos é praticamente certa, pois, nos faltará a confiança necessária para desprendermos todo o esforço que poderíamos dar em prol daquilo que almejamos; os desafios tornam-se assustadores quando nossa auto-estima está em desequilíbrio. Porém, se ela for positiva maior será nosso grau de coragem e persistência diante das dificuldades, maior será também nossa autoconfiança para dar o nosso melhor para realizarmos os nossos propósitos na vida.
Boa Reflexão e viva consciente.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Autoestima e Comunicação



Como especialista em autoestima, cheguei à conclusão de que podemos avaliar o grau de autoestima de alguém ou de nós mesmos utilizando-se de algumas premissas. Uma delas, já citada em outros textos, está relacionada à qualidade do uso do tempo, e a outra não menos importante, que por hora destaco, refere-se ao modo como a pessoa se comunica. Isto porque a comunicação interpessoal é também elemento integrante da expressão da autoestima.
Para ilustrar a presente reflexão cito um exemplo pessoal. Em outros tempos já fui uma pessoa muito tímida e, pela dificuldade em expressar com clareza o que estava pensando ou sentindo, acabei contribuindo para que muitas situações acabassem por gerar sérios transtornos em minha vida. Só que, por falta de uma compreensão mais apurada acerca de mim mesmo, na época desenvolvi a crença de que ninguém me compreendia, de que eu era vítima de todos e de tudo. E, assim, fui colecionando perdas, fracassos e relacionamentos insatisfatórios.
Aprendi por mim mesmo que, muitos daqueles que se dizem incompreendidos não percebem que são eles próprios os responsáveis por não se fazerem compreender; que muitas vezes não há como os outros adivinharem o que estamos pensando ou sentindo quando não nos comunicamos com clareza. Às vezes, na base de certas crises relacionais o que fica evidente é justamente a falha ou ausência de comunicação. Muitos casais, por exemplo, até tentam se relacionar melhor, porém, pecam ao deixar de expor com maior nitidez o que cada um sente ou pensa em relação ao outro, ou sobre a situação em vigor. Em sendo assim, cada um, a seu modo, vai acumulando insatisfações que inevitavelmente acabam por alimentar e gerar crises, às vezes, irremediáveis.
Às vezes, costumo dizer que toda pessoa precisa aprender a ser honesta consigo mesma, mas, por isso soar estranho para algumas pessoas, elas indagam: “como posso faltar com a verdade comigo mesmo?”. A questão é simples, sempre que diante do outro você não se assume por inteiro como você é, neste exato momento você também está faltando com a verdade para consigo. Ser honesto consigo próprio significa deixar de viver disfarces, romper com a encenação de papéis mostrando o seu “eu” verdadeiro, pois, toda convivência amparada na falta de autenticidade um dia ou outro será descoberta. Aquele que não é autentico vive sempre preocupado e ansioso por temer a todo tempo que descubram a sua farsa. Por outro lado, aquele que age de maneira transparente, sendo quem realmente é, vive com maior leveza e satisfação por não ter nada a esconder.
Enfim, quem possui a autoestima equilibrada se comunica com eficiência. É integro ao falar de si mesmo, expressa com serenidade suas opiniões e sentimentos, expõe com competência suas habilidades pessoais.
Boa Reflexão e viva consciente.