domingo, 14 de agosto de 2011

Viver Consciente: Sai Baba e 2012

Viver Consciente: Sai Baba e 2012

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Sai Baba e 2012



Este texto é uma transcrição de uma entrevista dada pelo Mestre Indiano Sai Baba sobre 2012. Sua interpretação, assim como a de muitos outros iluminados, não fala do fim do mundo, mas, do início de um novo tempo na terra - tempo de mais amor, harmonia e solidariedade. Porém, segundo a sua ótica, para que esse Novo Tempo se se estabeleça, transformações profundas estarão ocorrendo em todo o planeta e no interior dos seres humanos.

Ouviu falar de 2012 como um ano em que algo ocorrerá?

Bom, por um lado existem várias profecias que indicam esta data como um momento importante da história da humanidade, mas a mais significativa é o término do calendário Maya, cuja profecia foi interpretada de várias formas. Os mais negativos pensam que nesse ano o mundo termina, mas isto não é real, pois sabemos que neste ano começa a Era de Aquário.

Na verdade este planeta está sempre mudando a sua vibração, e estas mudanças intensificaram-se desde 1898, levando a um período de 20 anos de alterações dos pólos magnéticos que não ocorriam há milhares de anos. Quando ocorre uma mudança do magnetismo da terra, surge também uma mudança Consciencial, assim como uma adaptação física à nova vibração. Estas alterações não acontecem apenas no nosso planeta, mas em todo o universo, como a ciência actual tem comprovado.
Informe-se sobre as mudanças das tempestades solares (que são tempestades magnéticas) e perceberá que os cientistas estão a par destes assuntos. Ou pergunte a um piloto aviador sobre o deslocamento dos pólos magnéticos, já que todos os aeroportos foram obrigados a modificar os seus instrumentos nos últimos anos.
Esta alteração magnética se manifesta como um aumento da luz, um aumento da vibração planetária.

Para entender mais facilmente esta questão, é preciso saber que a vibração planetária é afectada e intensificada pela consciência de todos os seres humanos. Cada pensamento, cada emoção, cada ser que desperta para a consciência de Deus, eleva a vibração do planeta. Isto pode parecer um paradoxo, uma vez que vemos muito ódio e miséria ao nosso redor, mas é assim mesmo.
Venho dizendo em mensagens anteriores que cada um escolhe onde colocar a sua atenção. Só vê a escuridão aqueles que estão focados no drama, na dor, e na injustiça. Aquele que não consegue ver o avanço espiritual da humanidade, não tem colocado a sua atenção nesse aspecto.
Porém se liberar sua mente do negativo, abrirá um espaço onde sua essência divina pode manifestar-se, e isto certamente trará o foco para o que ocorre de fato neste momento com o planeta e a humanidade.
“Estamos elevando a nossa consciência como jamais o fizemos”.

Como assim? Não percebe a escuridão?

Vejo-a sim, mas não me identifico com ela, não a temo. Como posso temer a escuridão se vejo a luz tão claramente? Claro que entendo aqueles que a temem, porque também fiquei parado nesse lugar onde apenas via o mal. E por esta razão sinto amor por tudo isso.
A escuridão não é uma força que obriga a viver com mais ruindade ou com mais ódio. Não é uma força que se opõe à luz. É ausência da luz. Não é possível invadir a luz com a escuridão, porque não é assim que o princípio da luz funciona. O medo, o drama, a injustiça, o ódio, a infelicidade, só existem em estados de penumbra, porque não podemos ver o contexto total da nossa vida. A única forma de ver a partir da luz é por meio da fé. Assim que aumentamos a nossa frequência vibracional (estado de consciência), podemos olhar para a escuridão e entender plenamente o que vivemos.

Mas como pode afirmar tudo isso, se no mundo existe cada vez mais maldade?

Não há mais maldade, o que há é mais luz, e é sobre isso que falo agora.
Imagine que você tem um quarto, ou uma despensa, onde guarda suas coisas, iluminado por uma lâmpada de 40W. Se trocar para uma lâmpada de 100W, verá muita desordem e um tipo de sujeira que você nem imaginava que tinha naquele local.

A sociedade está mais iluminada. Isto é o que está acontecendo. E isto faz com que muitas pessoas que lêem estas afirmações as considerem loucura.
Percebeu que hoje em dia as mentiras e ilusões são percebidas cada vez mais rapidamente? Bom, também está mais rápido alcançar o entendimento de Deus e compreender a forma como a vida se organiza.
Esta nova vibração do planeta tem tornado as pessoas nervosas, depressivas e doentes. Isto porque, para poder receber mais luz, as pessoas precisam mudar física e mentalmente. Devem organizar seus quartos de despejo, porque sua consciência cada dia receberá mais luz. E por mais que desejem evitar, precisarão arregaçar as mangas e começar a limpeza, ou terão que viver no meio da sujeira.

Esta mudança provoca dores físicas nos ossos, que os médicos não conseguem resolver, já que não provem de uma doença que possa ser diagnosticada. Dirão que é causado pelo stress. Porém isto não é real. São apenas emoções negativas acumuladas, medos e angústias, todo o pó e sujeira de anos que agora precisa ser limpo.
Algumas noites as pessoas acordarão e não conseguirão dormir por algum tempo. Não se preocupem. Leiam um livro, meditem... Não imaginem que algo errado ocorre. Você apenas está assimilando a nova vibração planetária. No dia seguinte seu sono ficará normal, e não sentirá falta de dormir.

Se não entender este processo, pode ser que as dores se tornem mais intensas e você acabe com um diagnóstico de fibromialgia, um nome que a medicina deu para o tipo de dores que não tem causa visível. Para isto não existe tratamento específico – apenas antidepressivos, que farão com que você perca a oportunidade de mudar sua vida.

Uma vez mais, cada um de nós precisa escolher que tipo de realidade deseja experimentar, porém sabendo que desta vez os dramas serão sentidos com mais intensidade, assim como o amor. Quando aumentamos a intensidade da luz, também aumentamos a intensidade da escuridão, o que explica o aumento de violência irracional nos últimos anos.

Estamos vivendo a melhor época da humanidade desde todos os tempos. Seremos testemunhas e agentes da maior transformação de consciência jamais imaginada.
Informe-se, desperte sua vontade de conhecer estas questões. A ciência sabe que algo está acontecendo, você sabe que algo está acontecendo. Seja um participante activo. Que estes acontecimentos não o deixem assustado, por não saber do que se trata.


segunda-feira, 8 de agosto de 2011

O Que você Semeia


Há tempos li uma espécie de parábola que nos serve para uma boa reflexão, não só sobre o egoísmo e a arrogância temas sobre os quais fiz menção em outros textos, mas, também, para outros hábitos ou atitudes de igual teor. Narro a seguir a estória, para depois comentar: “Imagine que o Criador ao proporcionar a vida ao ser humano, também lhe fornecesse um pacote com sementes de flores e um canteiro onde ele deveria semeá-las e cultivá-las durante a sua existência. Porém, após nascer e crescer, levado  por uma série de descaminhos, ele  deixa de lado suas boas sementes e passa a plantar espinhos em vez de flores. E aí, num determinado instante de sua existência, acossado pelas dores da vida, o ser humano se depara  com o espinheiro que plantou”.
Reportando-nos atentamente à vida real, vemos que, tal qual a parábola, é assim que tem acontecido com grande parte das pessoas. Apesar de possuírem uma diversidade inigualável de recursos para desenvolverem e deles fazerem bom uso,  elas teimam em fincar o pé na mediocridade ao  não empreenderem nenhum esforço para melhorar suas performances existenciais. Pelo contrário, amparadas por falsas crenças, arrogância, valores ilusórios e outros aprendizados negativos, vão por aí semeando seus espinhos por  onde passam. E quando se deparam com o resultado de tudo quanto plantaram, tentam desesperadamente convencer a si próprias e aos demais que não possuem qualquer responsabilidade com tudo quanto lhes acontece, assumindo papéis de vítimas ou injustiçadas.
É nesse contexto que surgem duas das mais corriqueiras posturas, sobre as quais já fiz referência em texto sobre o egoísmo, mas que vou repetir para dar maior clareza  a esta reflexão. A primeira delas é a do sentimento de culpa, situação em que o indivíduo levado pela compunção por ter cometido atitudes ruinosas, cria situações de sofrimento tanto emocional  como físico buscando se autopunir e, ao mesmo tempo, atrair a piedade alheia. Seria o mesmo que dizer que ele vai  deitar e rolar no espinheiro que plantou na tentativa de redenção de seus mal feitos. A Segunda postura, adotada também por inúmeras pessoas, é a de não assumir a responsabilidade pelos seus atos, situação em que elas se amparam no hábito do desculpismo, ou seja, de todas as formas tentam culpar os outros, as situações e, até mesmo, Deus, por tudo quanto fizeram. Em ambas as situações o sofrimento é eminente,  resultado do que plantaram.
            Assim sendo, a atitude  mais positiva e saudável a ser tomada nessas circunstâncias é a de  assumir  conscientemente a responsabilidade pelos nossos atos – pelos espinhos que plantamos –, arrependendo-nos de tê-los feito. Isto por que, ao assumirmos nossos erros com humildade, estaremos eliminando gradativamente os espinhos plantados  e retomando nosso desígnio original de só plantarmos flores em nossa existência. A culpa pune, o arrependimento purifica.       
            Boa Reflexão e viva consciente.

sábado, 30 de abril de 2011

डेस्कोन्स्त्रुइन्दो Harry




Filme de Woody
Allen - Desconstruindo Harry

"As palavras mais bonitas não são 'eu te amo, são 'é benigno'".


"Você precisa conhecer a si mesmo, sem enganos, aceite suas limitações e continue adiante."


"Todos conhecem a mesma verdade. A nossa vida depende de como decidimos distorcê-la."

terça-feira, 1 de março de 2011

A Melhor Estratégia


Às vezes, por declarada incompetência, por algum desvio de caráter mais profundo ou simplesmente por medo, algumas pessoas sentem-se desconfortáveis ou ameaçadas quando percebem o sucesso de outrem. E isso acontece nas mais variados ambientes, seja na família, no trabalho, nos relacionamentos, no convívio em sociedade, etc. Exemplos para caracterizar esse desvio comportamental é que não faltam, basta observar para encontrá-los, alguns sob o ar da inveja, outros sob a vestimenta de críticas, suspeições ou desqualificações generalizadas. Denominar de medíocre ou mesquinho esse tipo de comportamento não resolve e nem muda coisa alguma, porque é necessário compreender a base errática desse hábito que dá origem ao que chamo de “competição negativa”.

O que muitos banalmente chamam de inveja, às vezes encobre ou disfarça um sentimento íntimo de incapacidade perante os obstáculos ou desafios que, naturalmente, a vida apresenta para que se possa aprender e evoluir. Por outro lado, é importante observar que, quando alguém busca desqualificar ou desvalorizar o outro, independentemente do critério utilizado, isso não resulta necessariamente em ganho real para quem o faz, pelo contrário, perde este a oportunidade de apresentar suas próprias qualidades, ou seja, peca por deixar de falar bem de si mesmo para falar mal do outro.

A boa competição, ou a melhor estratégia, se estabelece a partir do momento em que procuramos apenas demonstrar nossas qualidades e competências, sem desrespeitar ou denegrir os outros. Ou seja, o ponto de referência para que nos qualifiquemos a sermos bem sucedidos em qualquer setor existencial, tem que ser o nosso melhor, pois, em tudo que fizermos estará expresso esse conceito singular e único a respeito de nós mesmos. Lembrando ainda que, para ser vencedor não é necessário derrotar o outro, e sim vencer seus próprios medos, deficiências e limites.

Boa Reflexão e viva consciente.

E Por Falar em Carnaval...



Embora o carnaval seja o momento propício para que as pessoas vistam suas fantasias ou máscaras, é possível observar que, contrariando essa expectativa, algumas delas na verdade despem-nas e se apresentam como verdadeiramente são. Sob a falsa máscara da alegria ou da descontração, euforicamente muitas liberam, por assim dizer, seus instintos e seus bichos. Chegando algumas, em face dos exageros de conduta, ao despautério de atentarem contra as suas próprias vidas ou a de outrem. Quem desconhece os inúmeros casos que ilustram essa narrativa?

O carnaval é festa do ego. Poucos são os que se investem de autêntica alegria para brincá-lo. Mesmo que de modo inconsciente, os instintos e impulsos acabam por substituir a descontração que deveria naturalmente ser vivenciada e sentida. Porém, somente pessoas com baixa autoestima cometem exageros e agem de forma autodestrutiva, levando para onde for suas raivas, insatisfações e desamor por si e pelos outros.

Pessoas de boa autoestima com certeza sabem “curtir” a festa com saudável animação. Respeitam a si próprias e aos outros e aproveitam o “embalo” para liberar a sua “criança” de maneira saudável. Aliás, essa é a receita para quem deseja aproveitar bem o carnaval: permitir-se ser alegre e brincar pelo prazer de brincar.

Boa Reflexão e viva consciente.